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13º Congresso Estadual elege nova diretoria da CUT/SE

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Mais de 220 lideranças sindicais presentes no 13º Congresso Estadual da Central Única dos Trabalhadores (Cecut) elegeram e empossaram na noite do último sábado, dia 01/08, a Diretoria Executiva, a Diretoria Ampliada e o Conselho Fiscal que estarão à frente da CUT/SE no mandato que se inicia (2015-2019).

 

Em seu terceiro mandato, o presidente reeleito Rubens Marques (Sintese) poderá contar com o Vice-presidente Plínio Pugliesi (Sindijus), a secretária Geral Sílvia Maria Lima (Sindiprev), a secretária de Administração e Finanças Ivônia Aparecida (Sintese), a secretária de Comunicação Caroline Rejane Santos (Sindijor), o secretário de Formação Roberto Silva (Sintese), o secretário de Organização e Política Sindical Jairo de Jesus (Sindtic), a secretária da Mulher Trabalhadora Ângela Melo (Sintese), o secretário das Relações do Trabalho, Dilson Gama (Sinditêxtil), a secretária de Políticas Sociais Itanamara Guedes (Sindiserve Glória), o secretário da Juventude Saullo Guedes (Sindijus), a secretária pela Igualdade Racial Márcia Martins (Sindasse), secretário de Saúde do trabalhador Álvaro Luiz (Sindimina) e a secretária de Meio Ambiente, Iara Nascimento (Sindisan).

 

A Direção Ampliada eleita, cujo papel será igualmente fundamental na construção deste mandato, é composta pelos dirigentes sindicais: Ivonete Cruz (Sintese), Monica Bonfim (Sindipema), Ana Luzia (Sintese), Cícero José da Cunha (Sindisan), Rosana Goes (Sindiserve Canindé), Uilson de Menezes (Sintese), Janiere Tavares (Sintese), Cláudio Herculano (Sindiserve Propriá), Paulo Victor (Sindijor), Gilenilson Silva (Stase), Sandra de Morais (Sintese), Maria Augusta (Sintese), Jefferson da Silva (Sindiscose), Valmir Atitude (Stase), Wellington do Espírito Santo (Sindiserve Socorro), Manuel (Sindiserve Canindé), Edjanaria (Sintufs), Cláudia (Sintese), Quitéria da Silva (Sindomético), Jorge de Jesus (Sindiprev), Verônica Maria Silva (Sindibarra) e Gilton dos Santos (Sinergia).

  

O novo Conselho Fiscal da CUT será composto pela companheira Renata Clézia Oliveira (Sindiserve Glória), Gilvan Tavares (Sindijus), André Luiz (Sindiamparo) e Antônio Luiz (Sintradispen), tendo como suplentes Gildo Alves (Sintese), Irani Ferreira (Sinditextil), Maria das Neves (Sindiprev) e Luciana Ramos (Sindipema).

 

Conjuntura difícil – O presidente da CUT/SE, Rubens Marques, considera que o movimento sindical deve se superar para vencer o desafio posto da conjuntura adversa. “A nova direção assume numa conjuntura complicada para o mundo do trabalho, uma vez que tanto a classe patronal quanto os gestores públicos tentam jogar na conta dos trabalhadores os efeitos da crise econômica criada por eles. Neste sentido, o mandato será desafiador e exigirá muita disciplina e capacidade de interferir na realidade. Exercitar a dialética diariamente será condição sine qua non”.

 

Companheira e Secretária Geral Adjunta da CUT nacional, Maria Godoy de Farias, avalia que as crises – por pior que sejam – oportunizam as transformações pelas quais o movimento sindical e social luta. “Acredito que é na luta e nas crises que a gente cresce. Nossos Congressos Estaduais nos possibilitam ouvir os trabalhadores de todo o Brasil que contribuem muito com sua percepção a partir da realidade de trabalho de cada categoria. Isso é fundamental na luta pela defesa dos direitos trabalhistas e de cidadania. Passamos por uma crise política, econômica e que pode virar uma crise social, porque a sociedade que está pagando o preço não está aguentando mais… A criminalização do movimento social e sindical ganha força neste contexto. Creio que o papel da CUT, neste momento, é digno de orgulho, porque não é fácil mobilizar o movimento sindical, enfrentar greves e construir mobilizações nacionais numa conjuntura como esta, completamente adversa. Isso é a prova de que nós temos capacidade de vencer esta luta também. Por isso não estamos medindo esforços… Não vamos deixar que ninguém destrua nossa soberania. Vamos vencer todas as crises e sairemos delas com uma noção muito mais clara sobre o papel da classe trabalhadora no nosso País”.

 

 

 

Atualizado em 31 de março de 2023

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